Eu sei que os gaúchos irão reclamar, mas realmente, ir para POA é uma grande mer....Fico aqui, em Sampa, louca de saudades e com vontade de voltar correndo.
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Certa vez eu disse que eu tinha os melhores amigos que alguém poderia ter. E tenho mesmo. Por isso é mais difícil estar aqui, longe deles.
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Dona Rose esteve em POA também. entre os comentários estavam:
-Nossa, como o céu de Porto Alegre é azul.
E é mesmo.
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Tá, só para ficar nas amenidades sobre a ida da pessoa a POA, vou comentar que ela deu bafão e caiu, bêbada, no chão do Ocidente. Os outros detalhes são bem piores do que esse.
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É incrível ver este pessoal que se orgulha de morar a uma quadra da Oscar Freire, deixar alguns itens essenciais em casa pelo medo do Excesso de bagagem.
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Dona Rose deixou em Sampa o bom senso e a dignidade.
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Durante a minha maratona Porto Alegre: Almoça com um, passeia com outro, janta com um terceiro...fui passar a tarde com o o bebê mais amado do mundo. Peguei carona com uma amiga com quem almoçara.
Desci do carro, em frente a casa da dona Dita, e fui dar a volta para chegar na calçada.
A desgraçada da pseudo amiga não deu uma ré enquanto eu passava por trás do carro? Sim, eu fui atropelada pela minha amiga!!!!
Cair no meio da rua, em plena Cidade Baixa, não tem preço.
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Enquanto passeava com dona Rose, ela me dizia que era um absurdo a quantidade de besteiras que eu conseguia falar, e eu retruquei que aburdo era eu ter que conviver com o meu próprio cérebro. Necessito de um mais calminho....
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Nesse exato momento, estávamos no supremercado e passamos ao lado do azeite de oliva e eu tive um ataque de riso. Na minha mente veio uma versão para música da Madonna:
-Extra virgin..Uhhhhh, Touched Touched for the very first time
Extra viiiiiiiirgin, When your heart beats,Next to mine!!!!
E agora, depois dessa, alguém quer comprar um número de rifa pelo meu cérebro? Tô rifando!!!
-Acidente com caminhão de molho de tomate pára o trânsito. O acidente ocorreu na via de acesso da cidade de Cajamar.
Alguém mais teve a impressão que depois do "merchan" em filmes e novelas agora teremos "merchan" em programas jornalísticos?
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E por falar em TV, tive o desprazer de ver 5 minutos da novela "Os Mutantes":
-Mas ele não pode sair matando por aí.
-Ainda mais no Brasil, onde a pena de morte é proibida por lei.
-Interessante, nos Estados Unidos, onde existe a pena de morte, a taxa de homicídios é de 7 a cada 100.000 habitantes. No Brasil, é de 27 a cada 100.000 habitantes.
-Sem contar que um julgamento nos Estados Unidos dura menos de 3 meses.
-É, e no Brasil, com um população menor, o mesmo julgamento se arrasta por anos. Muitas vezes os culpados morrem antes do julgamento.
-É triste, mas a lei no Brasil é criada para que os culpados permaneçam impunes.
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Não foi bem assim, mas muito parecido. E o pior que esse cara ganha dinheiro para escrever essas piadas involuntárias.
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RECORD, Contrata EU!
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E ontem foi dia de Brazil's Next Top Model e mais um diálogo magistral da musa Érika Palomino:
-Mas a candidata não tem um rosto assim, bonito.
-Então nós temos um problema.
-Nós não, ela tem um problema.
Impressionante como na internet nada tem dono. Recebemos um e-mail, como milhares que todos recebem, com uma "piada nova" e o texto de tortura moderna.
O problema é que o texto era originalmente das meninas do
Retratos de merda/, um blog muito bacana, que eu desconhecia. Elas têm vários textos ótimos, que são copiados por aí, sem o devido crédito. Teve até gente aqui atribuindo o texto a outras pessoas. Problemas de internet, do primeiro que teve a idéia de copiar o texto, sem colocar a fonte, e depois passou a circular anonimamente por aí.
Certa vez cheguei na academia e as pessoas riam de um texto meu. As festas no interior são histórias originais, mas como eu escrevo por pseudônimo, achei que as pessoas haviam lido o blog. Nada, elas ouviram no programa de rádio cafezinho, muito popular no RS e e SC.
Mesma história, alguém leu, deu ctrl+c Ctrl+v e mandou adiante como uma piada anônima. Não que eu não queira que ninguém copie nada daqui ou dali. Os blogueiros são, em sua maioria, anônimos e preferem ficar assim, mas não custa colocar um "extraído de..." abaixo do e-mail. Sabem, poupa muito constrangimento e o pai da crainça certamente ficará muito feliz. Até porque ver um texto seu circulando por aí, atesta que alguém gostou e alguém repassou.
E isso move a gente para continuar escrevendo por aqui...Blog também dá trabalho.
Correndo com tesouras é um daqueles filmes que não recebeu nem um pouco da merecida atenção. Nem por mim até porque o filme já está passando na HBO e finalmente eu assiti.
Mas vamos lá, a sinopse: O metódico e observador Augusten Borroughs, de 6 anos, se vê dividido entre seus pais problemáticos: sua mãe, Deirdre (Annette Benning), é uma instável poetiza sem livros publicados, que ainda insiste na ilusão de se tornar muito famosa; e seu pai, Norman (Alec Baldwin), é um professor de matemática alcoólatra que há muito tempo desistiu de tentar resolver os problemas da mulher e o comportamento precoce do filho. Quando o casamento dos Borroughs se depedaça, Deirdre decide fazer terapia com um excêntrico psicólogo, e Augusten é levado a viver na casa da perturbada família Finch.
O Filme é montado sobre a forte e espetacular atuação de Annette Benning que desde Beleza Americana, personifica, para mim, a melhor atriz para retratar o lado B do American way of life. Há ainda um papel secundário de Gwyneth Paltrow, quase tão interessante quanto em os Excêntricos Tenembaus.
A entrega do filho para adoção quando ele é praticamente um adulto, o abandono pela mãe instável, o psicanalista de métodos nada ortodoxos mais preocupado em dar golpes em seus pacientes, os amores abandonados, esquizofrenia, um caldeirão de sentimentos que constroem muito bem esse filme.
Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.
- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
- Vai depilar o quê?
- Virilha.
- Normal ou cavada?
Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.
- Cavada mesmo.
- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?
- Ok. Marcado.
Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado.
Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue. Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
- Querida, pode deitar.
Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca.
Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo. De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.
- Quer bem cavada?
- .é... é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
- Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).
- Pode abrir as pernas.
- Assim?
- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
- Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.
O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
- Quer que tire dos lábios?
- Não, eu quero só virilha, bigode não.
- Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia.
Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
- Olha, tá ficando linda essa depilação.
- Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
- Vamos ficar de lado agora?
- Hein?
- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
- Segura sua bunda aqui?
- Hein?
- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia,aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
- Tudo bem, Pê?
- Sim... sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá?
Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais,
xingamentos, preces, tudo junto.
- Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
- Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais,vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem?
Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
- Máquina de quê?!
- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
- Dói?
- Dói nada.
- Tá, passa essa merda...
- Baixa a calcinha, por favor.
Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.
- Prontinha. Posso passar um talco?
- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
- Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança. Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada...
Finalmente minha vida começa a entrar nos eixos. Fui a uma das maravilhosas salas de São Paulo, civilizadas, onde o ingresso tem lugar marcado...eiiiita comodidade de cidade grande que deveria ter em Porto Alegre.
Fui assistir o novo filme produzido (não dirigido) pelo Spielberg, e protagonizado pelo astro sensação Shia Labeouf. Misteriosamente ele é envolvido em um trama onde deve seguir instruções de uma voz pelo telefone. Se não obedecer, morre.
Olha, ação calculada para você roer unhas o tempo inteiro. Muito bom mesmo, mas funciona melhor com os menores de 25. Spielberg ano passado amargou um processo de plágio por "utilizar" idéias artísticas de um clássico de Hitchcock, no filme Paranóia, uma clara cópia teen de Janela Indiscreta. Em Controle absoluto, há novamente várias cenas idênticas a outros clássicos do mestre, como "O homem que sabia demias". Mas como a "galerinha" nem sabe quem foi Hitchcock, não percebe....
O filme funciona de qualquer maneira e vale o ingresso. Mesmo que você pague inteira no Iguatemi!
Rico Mansur diz que (além de tuuuudo) é viciado em sexo...
Sabem o que eu penso nessa hora? Em juntar todas vocês e gritarmos juntas:
Vaaaaaaaaaaca.
Aposto que ela não sabe quem foi Hemingway. Não entenderam a piada? Então assistam um pedaço de um dos melhores episódios de comédias da vida privada...Pode ir direto até o 6:30
Quebrar a cara da Dagmar. Eu peço, eu suplico, eu imploro para ela postar algo para anão deixar o blog morrer...
Não deixe o blog morrer, não deixe o blog acabaaaaaar,,,
Mas ela, inútil como quase sempre, só menos inútil que a Solineuzza que é um amado e delicado container de tão sutil, manda uma oooootema piada por e-mail e esquece de publicar:
> Helena e Gilda, duas solteironas, tinham uma farmácia.
> Entra um homem na farmácia e pede uma camisinha .
> Helena traz uma pequena.
> - É pequena, reclama o freguês.
> E Helena traz uma maior:
> - Desculpe-me mas ainda é muito pequena, lamento.
> E Helena pega a maior do estoque.
> - Olha, desculpe-me , mas tem de ser maior....
> Helena grita prá Gilda (sócia) que está lá nos fundos da farmácia:
> - Gildaaaaaaaaaa! Este homem precisa de uma camisinha maior que a GG, oque eu ofereço?
> E Gilda responde:
> - Casa, comida, roupa lavada e sociedade na farmácia!
Não é oooootema? Viu Dagmar, assim que se faz, ao invés de perder tempo mandando piadas pelo e-mail, manda para o blog que o pessoal realmente lê. No e-mail a gente deleta!
O Ator de novelas americanas Ted King...1 de outubro foi uma desgraça no ano passado e esse ano eu ainda não encontrei um realmente decente. Isso é um balde água fria já que que eu realmente quero voltar com esse blog!!!! enviada por delaidinha
Mark Smith...sei lá que é, dizia que a profissão dele é Body Builder, mas como a galera aqui gosta de negão, nada mais justo que colocar esse semideus por aqui! Parabéns colega! enviada por delaidinha
Vê se me encaixa na tua agenda para ver se eu me encaixo em você. eis mais uma cantada RI-DÍ-CU-LA que a pessoa recebe aqui na cidade grande.....
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Aliás, melhor ainda foi uma outra pérola de uma colega de trabalho enquanto eu falava aquele velho ditado: "Em casa de ferreiro, espeto é de pau".
-É, lá em casa é bem assim, meu pai é leiteiro e eu tenho intolerância a Lactose.
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Meus colegas de trabalho não se decidem, dia me chamam de "A pessoa que só come folhas" e no outro "Magali". Ou eu sou bipolar, ou eles.
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Eu, que sou equilibrada, digo que são eles.
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Pessooa, morando em São Paulo, terá que vender o corpo para se sustentar aqui. Irei ao show da Madonna, Kylie Minogue, Cindy Lauper e do REM.
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Já encontrei quem queira pagar pelo corpo. Problema é que não valia o sacrifício. Nem pensando no show da Madonna.
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Amiga me contou que o namorado propôs um sexo no melhor estilo nove e meia semanas de amor. Namorado abriu a geladeira e começou a ver as opções: Coca light, leite consensado light, chantili light, creme de leite light, gelatina light, iogurte natural, sorvete com 0% de gordura e blanquet de peru.
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O Blanquet de peru foi a gota d'água. Papai-e-mamãe voltou a reinar absoluto na vida light do casal.